Nossa Paróquia Sagrado Coração de Jesus celebrou nos últimos dias a Semana Santa. Entre os dias 21 a 27 de março, aconteceu o Setenário das Dores através do qual nos preparamos por meio das meditações da dores de Nossa Senhora para a vivência da Semana Maior. Depois, celebrou-se, pela manhã, o Domingo de Ramos da Paixão do Senhor (29/03) com a bênção dos ramos, na Igreja Nossa Senhora da Paz, seguida de procissão até a Basílica, onde se deu continuidade à Celebração Eucarística. E, à tarde, na Igreja Santo Expedito, iniciou-se também a celebração com a bênção dos Ramos e seguiu-se com a procissão até à Igreja Nossa Senhora Aparecida, no Bairro JK, onde se deu continuidade à celebração. Além destas duas com procissão, outras missas foram celebradas ao longo do dia na Basílica, às 6h30, às 8h e às 18h30.





Fotos por: Mauro Dutra
Após a celebração da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, a Segunda-feira Santa (30/03) nos levou a refletir sobre o julgamento de Cristo por Pilatos, em que, de forma injusta, o Filho de Deus é condenado à morte. Houve a procissão, que saiu da Matriz Nossa Senhora da Conceição com a imagem do Senhor dos Passos e, à chegada, a meditação sobre o Pretório, feita pelo seminarista Róbinson. Em sua fala, Robinson lembrou que:
“O maior erro judiciário da história condenar Deus à morte. Este é o Pretório… Cristo carregou sobre si nossas dores, nossas chagas, nossas feridas, nossa miséria, Ele pôs sobre si o fardo dos nossos pecados. Deus quis sofrer da dor e da miséria para que neste vale de lágrimas pudéssemos experimentar do gozo e da glória celestiais.”





Fotos por: Mauro Dutra
A Terça-feira Santa (31/03) foi marcada pela cerimônia do Encontro na Matriz Nossa Senhora da Conceição, realizada após a Celebração Eucarística na Basílica. Às 18h, aconteceu a Oração das Vésperas; às 19h, a Missa e, em seguida, a procissão com a imagem do Senhor dos Passos até à Matriz. Nesse dia, contempla-se o encontro da Mãe com o seu Divino Filho, cravado em sua cabeça uma coroa de espinhos, carregando uma pesada cruz, desfigurado por tantas feridas e terrivelmente ensaguentado. A Virgem Maria não diz uma palavra, mas os olhares se cruzam e no seu coração ela sentia as dores de seu amado Filho.




Fotos por: Mauro Dutra
Na Quarta-feira Santa (01/04) aconteceu após a Santa Missa das 19h, o Ofício de Trevas. O nome procede da ambientação simbólica, em que é aceso um candelabro triangular com 15 velas, sendo que a cada salmo, uma vela é apagada. Ao final, a igreja fica em total escuridão. Apenas uma vela se mantém acesa e é, por alguns instantes, levada atrás do altar. Esta vela acesa simboliza a Cristo que apesar de sua paixão e morte, vence a morte e a escuridão do pecado. Este rito simboliza a espera, por meio da dor e do silêncio.





Fotos por: Guiá Ferreira
O Tríduo Pascal iniciou-se na Quinta-feira Santa (02/04), o dia da Instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e do Mandamento Novo. Às 19h30, houve a Santa Missa Solene da Ceia do Senhor com o Rito do Lava-pés, simbolizando e atualizando de fato o mesmo gesto de Jesus, quando esteve com seus discípulos pela última vez. Ao final da celebração, aconteceu a Transladação do Santíssimo para a Capela da Reposição e adoração silenciosa pelos fiéis até à 0h.





Fotos por: Guiá Ferreira
Na Sexta-feira Santa (03/04), dia em que com toda a Igreja preservamos profundo silêncio para meditar e viver os mistérios da Morte de Nosso Senhor Jesus. Houve pela manhã a encenação da Via-Sacra, com a participação dos jovens da paróquia organizada pelo Grupo Jucol; à tarde, a Solene Ação Litúrgica e, à noite, o Sermão do Descendimento de Cristo da Cruz, momento em que se medita os últimos minutos de Cristo pregado à cruz, Suas palavras e a morte do Filho de Deus.





Fotos por: Guiá Ferreira
O Sábado Santo (04/04) amanhece em luto, levando à meditação sobre as dores de Nossa Senhora sem seu Filho, nem vivo nem morto, uma vez que se trata do dia em que se o contempla no sepulcro. Contudo, conforme anunciado pelo próprio Cristo, no terceiro dia Ele iria ressuscitar. Por isso, à noite, celebrou-se a Solene Vigília Pascal, na qual, por meio de um fogo novo, acende-se o Círio Pascal, de modo que, pouco a pouco, a igreja que estava tomada pela escuridão, foi sendo iluminada a partir da Luz de Cristo, que dissipa toda escuridão.





Fotos por: Mauro Dutra
Por fim, no Domingo (05/04), como Maria Madalena, fomos de madrugada para as ruas no entorno da Basílica para participar da procissão com Jesus Sacramentado, anunciando a vitória da Vida sobre a morte: “Cristo está Vivo, Ressuscitou!” Ao longo do dia, houve várias celebrações, dando aos fiéis a oportunidade de participação da Páscoa de Cristo.




